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	<title>OIKOS JÁ!</title>
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		<title>A COP-15 pelos olhos de quem esteve lá</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 18:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[COP-15]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolo Kyoto]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante aula aberta na Casa do Saber, Rio de Janeiro, André Trigueiro, Sérgio Besserman e Sérgio Abranches discutem os resultados da COP-15, realizada na Dinamarca, em dezembro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2731/4346825728_76d3910c5e.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Por Felipe Lobo</p>
<p>Àquela altura, a recepção da Casa do Saber – centro de cultura e debates na Lagoa, bairro nobre do Rio de Janeiro – já estava lotada. O evento principal da noite só começaria dentro de trinta minutos, mas a fila, composta por pessoas de todas as idades ainda vestidas com roupas de trabalho, rapidamente chegou à calçada da rua. O papel vermelho nas mãos era a senha de entrada para uma aula aberta sobre a COP-15, reunião climática organizada pelas Nações Unidas em Dezembro, na Dinamarca, e que terminou como um retumbante fracasso ao sequer definir um acordo político apoiado em unanimidade pela plenária.</p>
<p>O encontro, transmitido ao vivo nesta terça-feira no site da Globo News, começou pontualmente às 20hs com três dos mais importantes especialistas brasileiros no tema e debatedores da emissora: o jornalista André Trigueiro, que atuou como mediador, o economista Sérgio Besserman e o cientista político Sérgio Abranches. Presentes à gelada Copenhague, não são poucas as histórias que eles têm a contar daquela que, nos meses anteriores, era considerada a reunião climática mais importante da história.</p>
<p>“Tudo começou a dar errado com os organizadores. Não adiantou ser na Europa, em um país de boa imagem. Cabiam 15 mil pessoas dentro do Bella Center, e 27 mil pessoas foram credenciadas. As organizações sem fins lucrativos sofreram”, disse Trigueiro, na abertura. Ao longo da noite, o público pôde ouvir diferentes casos sobre as intermináveis filas que negociadores, jornalistas, cientistas e membros da sociedade civil tinham que enfrentar diariamente para conseguir a credencial de acesso ao centro de convenções. As horas de espera, para completar, eram acompanhadas por um detalhe sórdido: um frio lancinante de 0ºC, com sensação térmica ainda menor.</p>
<p>O ponto mais destacado da noite, no entanto, diz respeito ao fato de que a pauta climática não é um assunto ambiental, mas sim político e financeiro. E, por isso, sua resolução é tão complicada, como explicou Abranches. “Há uma distância gigante, na política, entre o ‘não’ e o ‘sim’. Os Estados Unidos, agora, já dizem sim para o combate às mudanças climáticas. Lula também. São boas notícias”.</p>
<p>Apesar disso, infelizmente, não há tantos motivos para sorrir, ao menos no curto prazo. Embora a máquina em direção a um mundo de baixo carbono esteja girando, ela ainda é muito lenta se comparada ao avanço do aquecimento global. “O clima nos ignora solenemente, e as consequências, como eventos climáticos extremos, serão cada vez intensas e frequentes”, disse Besserman. “Às vezes, conseguimos o que queremos, mas não da forma que queremos e no tempo que queremos. Nas Diretas Já, pedíamos o direito de escolher nossos governantes. A eleição foi indireta, mas Tancredo Neves venceu e ganhamos dois futuros presidentes da República: Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva”, completou seu companheiro de mesa.</p>
<p>O que existe, no entanto, é uma expectativa esfuziante em relação ao movimento social, que se uniu no último ano na cobrança de posturas sérias e arrojadas dos governantes. Apenas no dia 15 de outubro, por exemplo, cerca de 13 mil blogs (o Oikos Já! entre eles), em 156 países, publicaram posts sobre mudanças climáticas. O movimento, chamado de Action Day, alcançou a incrível marca de 18 milhões de leitores ao redor do planeta. Portanto, apesar dos péssimos resultados em Copenhague, a união que se formou em torno do tema foi muito positiva. “Agora, os políticos sabem disso e começarão a ser cobrados. Assim como as metas voluntárias estabelecidas por Estados Unidos, Brasil, China e outros países na COP”, avaliou Besserman, do BNDES.</p>
<p><strong>A culpa é do Obama</strong></p>
<p>O papo corria descontraído e, ao mesmo tempo, muito informativo, quando André Trigueiro quis saber o que os debatedores pensavam a respeito da posição chinesa durante a conferência. Para Abranches, a China teve culpa no fracasso de um acordo, sim. Mas não tanto quanto Obama. Por três motivos: ele levantou as expectativas dos quatro ventos desde a sua campanha eleitoral, quando afirmou que era hora de os Estados Unidos tomarem medidas energéticas na política do clima; manteve uma postura muito arrogante, quando, por exemplo, disse a Lula que falar com a secretária de Estado, Hillary Clinton, era o mesmo que conversar com ele; e não foi à COP-15 para negociar, mas persuadir.</p>
<p>No fim das contas, esperava-se que Obama tivesse uma carta na manga para resolver o impasse, mesmo ainda sem a aprovação da Lei do Clima no senado norte-americano. Afinal, a promessa de reduzir 17% das emissões até 2020, com base em 2005, é irrisória – menor, inclusive, do que os já diminutos números do Protocolo de Quioto, que tem 1990 como ano de referência. A torcida era, por exemplo, para que o presidente prometesse mais dinheiro para o fundo de adaptação ou metas robustas. Porém, todos sabem o que, de fato, aconteceu: ele, assim como Lula e outros Chefes-de-Estado, deixou os corredores do Bella Center à francesa rumo ao seu avião oficial.</p>
<p>Mas a postura do país asiático também mereceu destaque na aula. É muito provável, por exemplo, que os chineses estejam tentando adiar as negociações o máximo possível, enquanto, internamente, fortalecem o desenvolvimento de energia eólica, assim como de tecnologia para vender a outras nações. Sozinhos, entretanto, não conseguiriam brecar alvos e números acertados entre todos os presentes.</p>
<p>Trigueiro, Abranches e Besserman deixaram Copenhague, fria como sempre, a tempo de passarem as festas de fim de ano com suas famílias. Mas até o Rio de Janeiro, quente como nunca, ganhou o seu lugar durante as duas horas de bate-papo. Afinal, o calor diário acima de 40ºC pode ser costume no verão, mas sempre acompanhado da chuva no fim de tarde para aliviar os ânimos. Ninguém assegura que a culpa é do aquecimento global. Mas que, sem ele, a intensidade seria menor, e o espaço de tempo entre os fenômenos, maior, não há dúvida.</p>
<p>Diferente de São Paulo, aqui não caía uma gota d’água havia semanas. Já passava das 22hs quando todos começaram a deixar a Casa do Saber, muito satisfeitos. Antes, porém, São Pedro deve ter ouvido os pedidos no auditório e preparou uma surpresa: chovia no Rio de Janeiro. E muito. Hoje, quarta-feira, a vida voltou ao normal. O céu está azul de novo, sem uma nuvem sequer para contar a história.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2778/4346824012_3b0247dee8.jpg" alt="" width="354" height="240" /></p>
<p><strong>Créditos das fotos (em ordem):</strong></p>
<p><strong>Patrícia Sierra</strong></p>
<p><strong>José Lobo</strong></p>
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		<title>Volta ao mundo em 103 linhas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 21:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A COP-15 chegou ao seu fim com o cartaz de fracasso estampado nos rostos dos negociadores e chefes de governo. Veja, aqui, o que aconteceu. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2609/4203736309_ce97b81969.jpg" alt="" width="500" height="281" /></p>
<div><em>*Foto gentilmente cedida por Gustavo Faleiros, publicada no site O Eco (</em><a href="http://www.oeco.com.br"><em>www.oeco.com.br</em></a><em>)</em></div>
<p>Felipe Lobo</p>
<p>As cortinas fecharam em Copenhague, mas não houve aplauso. Era a manhã de sábado e, naquele instante, terminava o show de horrores instalado no Bella Center duas semanas antes. O espetáculo sequer deu o ar de sua graça e foi adiado para outras praças, por tempo indeterminado. A expectativa é de que ele aporte na Cidade do México, em meados do próximo ano. Mas, a julgar pelas toneladas de gases estufa esparramadas (em vão) na atmosfera pelos aviões que saíram de 192 países em direção à Dinamarca, não há como garantir absolutamente nada.</p>
<p>A COP-15 foi um fracasso completo. Os negociadores e líderes de Estado e de Governo foram incapazes de costurar um acordo vinculante durante o tempo em que estiveram reunidos no frio europeu. Além de não ouvirem os relatos científicos de seus pesquisadores, segundo os quais o impasse ecológico é, acima de tudo, civilizatório, eles também renegaram as premissas estabelecidas em Bali, há dois anos. Quem foram os autores dessas diretrizes? Os mesmos personagens responsáveis pela frustração que deu origem a este texto.</p>
<p>A 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima, organizada pelas Nações Unidas, era a crônica de um desastre anunciado. Em novembro, Barack Obama e Wen Jiabao (presidentes, respectivamente, de Estados Unidos e China) foram claros ao dizer: não existe a menor chance de um acordo formal e detalhado sair dos corredores climatizados por onde circulariam os olhos e corações do planeta um mês adiante. Eles acertaram na mosca, mas não se tratava de simples exercício de futurologia. A verdade é que as cartas já estavam na mesa, enquanto as mangas, vazias.</p>
<p>O valor do encontro se mostrou através do credenciamento de jornalistas ao longo dos meses que o antecederam. Mais de cinco mil profissionais de rádio, televisão, jornal impresso e web solicitaram a oportunidade de cobrir as reuniões. Deles, 3.500 receberam o passe de acesso. Em seguida, os erros se sucederam. Apesar de o Bella Center comportar apenas 15 mil pessoas, o chefe da ONU para o Clima, Yvo de Boer, distribuiu 45 mil crachás, entre delegados e membros de organizações não-governamentais.</p>
<p>Ele acreditava que haveria enorme movimentação dentro e fora do centro de convenções, com entradas e saídas freqüentes, o que espantaria a superlotação. Cálculo mal feito, todos queriam acompanhar tudo de perto. A solução foi reduzir consideravelmente o acesso de manifestantes e ativistas. Nova bola fora, já que tirou a voz da sociedade civil, ávida por mudanças urgentes na forma pouco carinhosa com a qual se vê a natureza nas cúpulas oficiais e ministérios das nações presentes.</p>
<p>A COP15 deveria ter chegado ao fim na sexta-feira, dia 18. Mas não havia documento unânime preparado e nenhuma satisfação para dar ao mundo, que aguardava atentamente o desfecho da reunião climática mais importante da história – ainda superior a Quioto, cidade japonesa que firmou o único acordo de combate ao aquecimento global conhecido pelo planeta. A madrugada de quinta para sexta foi tomada por conversas intensas entre os líderes políticos. Em vez de boas notícias, apenas novas dúvidas pairavam no ar.</p>
<p><strong>O mundo noticia</strong></p>
<p>O dia transcorreu como nos segundos finais de uma final de Copa do Mundo empatada: todos estressados, tensão no ar, indefinições. Os jornalistas corriam atrás de fontes, como explica a repórter de O Eco, Cristiane Prizibisczki, na matéria “Antes do Fim”, enquanto novas versões de um possível “Acordo de Copenhague” eram disparadas em sequência. A cada vez, o texto aparecia menos robusto, com pouquíssimas informações e acertos.</p>
<p>No meio da tarde, após um discurso inflamado de Lula (que recebeu quatro aplausos em 15 minutos, de improviso) e outro morno de Obama, China, Brasil, África do Sul, Índia e Estados Unidos (os chamados Basic+EUA) se fecharam em uma sala. O senso de emergência era claro, assim como a ruína do evento. Depois de mais de quatro horas, um documento de 12 parágrafos estava pronto e foi submetido à aprovação de 30 países. Enquanto alguns políticos bradavam a vitória aos quatro ventos, outros lembravam que, de acordo com as regras das Nações Unidas, qualquer relatório deveria ser votado em plenária. Bastava uma oposição para que ele não fosse aceito.</p>
<p>Em vez de uma, vieram cinco. Mas Barack Obama, Lula e seus principais negociadores não estavam mais lá para ver. Visivelmente incomodados (pela própria incompetência, diga-se de passagem), se despediram de Copenhague antes de encerrada, oficialmente, a COP. No início da madrugada, o líder do G77 (grupo de emergentes + países insulares), Lumumba Di-Aping, afirmou que não aceitava o acordo. Durante a plenária, Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Tuvalu e Cuba o rechaçaram. Por isso, apenas tomou-se nota da declaração final, com duas listas: uma de países favoráveis; outra, dos contrários.</p>
<p>Mesmo entre os que assinaram o acordo, o clima de decepção era visível. Os Estados Unidos, por exemplo, não aceitaram aumentar a meta de reduzir, até 2020, 17% de suas emissões baseadas em 2005 – o que significa uma melhora de apenas 4% em relação a 1990, ano base de Quioto. Gustavo Faleiros, editor do O Eco, explica, na reportagem “Copenhague: acordo furado”, que José Manoel Barroso, comissário do bloco da União Européia, ficou desapontado com o resultado das negociações, apesar de apoiá-lo. O desapontamento (e, por que não, a vergonha) era tão grande, que nem a tradicional foto com os chefes de Estado foi tirada.</p>
<p>No sábado à tarde, os jornais de todo o globo repercutiam o jogo de cena encerrado naquela manhã. O italiano Corriere Della Sierra, em seu primeiro parágrafo, atacou a diferença de postura entre os mandatários de dois dos mais ricos países presentes à COP. Enquanto Obama saudava um “acordo histórico, apesar de ser somente o primeiro passo”, o francês Nicolas Sarkozy reclamava: “fechamos um acordo medíocre”.</p>
<p>Já o Le Monde, jornal mais conceituado da terra de Sarkozy, disse que, quando fala-se em mudanças climáticas, é possível avançar muito pouco sem a adesão firme do G2 – uma referência a chineses e norte-americanos. O espanhol El País, na matéria que resumiu o último dia de discussões, ressaltou a posição da pequena Tuvalu, uma das primeiras ilhas a sumir do mapa caso o nível dos oceanos continue a aumentar. Para seu porta-voz, “a forma pela qual o texto foi gerado é uma falta de respeito aos processos da convenção. Outros países têm mais respeito pelos processos democráticos”.</p>
<p>O britânico The Guardian, em seu site, lembrou que o “Acordo de Copenhague” determina que a temperatura média do planeta deve subir em, no máximo, 2ºC, mas não enumera qualquer piso de redução das emissões em curto, médio ou longo prazo para atingir a meta. O New York Times, por sua vez, declarou que o caos instaurado durante toda a COP-15 levou diversos participantes a questionarem a validade do sistema de Convenções-Quadro das Nações Unidas, cuja estreia aconteceu no Rio de Janeiro, em 1992.</p>
<p>A verdade inconteste dos fatos é que nenhum alvo de redução nas emissões faz parte do texto. Nem mesmo os 50% nos lançamentos de carbono globais até 2050, que tanto se falou nos últimos 15 dias. Tudo o que se esperava de avanço ruiu. Ficaram os valores do Fundo Imediato: 30 bilhões de dólares para os países mais vulneráveis entre 2010 e 2012. É pouco. Chega a ser assustador.</p>
<p>Reuniões do clima, feito a COP-15, diferente de qualquer jogo de futebol ou festival de música, não levantam bandeiras de uma única nação e, tampouco, elegem vencedores ou perdedores. Na verdade, devem ser, basicamente, uma questão de justiça, seja ela com as populações à margem dos direitos humanos espalhadas pelos quatro cantos do globo (e que, não por acaso, são as primeiras a sofrer com a alteração nos ciclos da natureza) ou com as centenas de milhares de espécies que, conosco, formam uma rede viva e interligada de relações.</p>
<p>A nós, cabem as mudanças simples e práticas cotidianas, como desligar as luzes ao sair dos cômodos ou deixar o carro na garagem. E, acima de tudo, deixar acesa a chama da indignação. Mas que ela não seja superior à da leveza, necessária para exigir pacificamente políticas públicas arrojadas &#8211; e essencial para acreditar que ainda há alternativas.</p>
<p>Em resumo, a convenção de Copenhague, como era previsto, entrou para a história. Não como o encontro que originou o primeiro e enorme passo no combate às mudanças climáticas em busca de um novo paradigma, mas como um exemplo objetivo de tudo o que não se deve fazer quando a vida (seja ela qual for) está em jogo.<br />
 </p>
<p><em><strong>Fontes consultadas para este artigo</strong></em></p>
<p><em>O Eco</em><br />
<a href="http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23162-copenhague-acordo-furado">http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23162-copenhague-acordo-furado</a></p>
<p>e</p>
<p><a href="http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23163-antes-do-fim">http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23163-antes-do-fim</a></p>
<p><em>Corriere Della Sierra<br />
</em><a href="http://www.corriere.it/scienze_e_tecnologie/speciali/2009/summit-copenaghen/notizie/obama-per-chiudere_c2a72a02-eb9d-11de-b41e-00144f02aabc.shtml">http://www.corriere.it/scienze_e_tecnologie/speciali/2009/summit-copenaghen/notizie/obama-per-chiudere_c2a72a02-eb9d-11de-b41e-00144f02aabc.shtml</a></p>
<p><em>Le Monde<br />
</em><a href="http://www.lemonde.fr/le-rechauffement-climatique/article/2009/12/19/les-affaires-du-monde-soumises-au-tandem-chine-etats-unis_1283085_1270066.html#ens_id=1275475">http://www.lemonde.fr/le-rechauffement-climatique/article/2009/12/19/les-affaires-du-monde-soumises-au-tandem-chine-etats-unis_1283085_1270066.html#ens_id=1275475</a></p>
<p><em>El Pais</em><br />
<a href="http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Cumbre/Clima/aprueba/medio/gran/polemica/pacto/minimos/elpepusoc/20091219elpepusoc_2/Tes">http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Cumbre/Clima/aprueba/medio/gran/polemica/pacto/minimos/elpepusoc/20091219elpepusoc_2/Tes</a></p>
<p><em>The Guardian</em><br />
<a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/18/copenhagen-deal">http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/18/copenhagen-deal</a></p>
<p><em>The New York Times</em><br />
<a href="http://www.nytimes.com/2009/12/20/science/earth/20accord.html?_r=1&amp;ref=global-home">http://www.nytimes.com/2009/12/20/science/earth/20accord.html?_r=1&amp;ref=global-home</a></p>
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		<title>Breve balanço de COP-15</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja, aqui, um breve resumo do que aconteceu, até agora, em Copenhague. O risco de não sair acordo algum é, cada vez, mais evidente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Felipe Lobo</strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2521/4054036805_0282264900.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>A 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-15), que acontece em Copenhague,  está próxima do fim. Dentro de dois dias, os jornalistas, manifestantes e negociadores voltam para suas casas. Muito provavelmente, com o gosto amargo do fracasso nas bocas. Até agora, o que se viu no Bella Center (local onde ocorre o evento) e nas ruas da fria Dinamarca foram centenas de manifestações, milhares de presos, diversos esboços de acordos e, principalmente, muitas dúvidas.</p>
<p>Em todos os sentidos. No dia 11 de dezembro, o primeiro relatório oficial redigido pelos representantes dos mais de cem países presentes trazia o REDD (Redução das Emissões para Desmatamento e Degradação) como um mecanismo de mitigação. Neste caso, portanto, ele se tornava passível de financiamentos a partir de fundos alimentados pelos desenvolvidos – historicamente mais responsáveis pelas mudanças climáticas em virtude da participação direta na Revolução Industrial e demais novidades que seguiram.</p>
<p>Matéria do site O Eco mostra que, de acordo com Richard Betts, diretor de impactos climáticos do Centro Hadley de Meteorologia do Reino Unido, a destruição de florestas tropicais emite entre 41 e 134 partes por milhão (PPM) de carbono ao ano. Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas, é necessário reduzir entre 50% e 85%, até 2050, do valor total de lançamento de gases estufa (GEEs) em 1990, ano-base do Protocolo de Quioto. Só assim o aumento da temperatura se acomodaria algo em torno de 2º a 2,4º C – número considerado, pelos cientistas, o ideal, dentro do atual quadro.</p>
<p>Até nisto, porém, o consenso não existe. O grupo de pequenas ilhas do Pacífico, composta por membros como Tuvalu, e nações africanas pedem que o acréscimo na temperatura média do planeta não passe de 1,5º C. Caso contrário, seus futuros estariam traçados – e seriam os piores possíveis, com submersão de territórios, secas prolongadas, escassez de água e desertificação. O problema é que sequer os emergentes, como China, Índia e Brasil, apoiaram a posição dos mais pobres e vulneráveis.</p>
<p>O fracasso dos negociadores é claro. Eles, simplesmente, não conseguem enxergar a verdade explícita pelos seus próprios cientistas: a crise é grave, sem precedentes e, caso não hajamos com rigor, desde já, o impasse se tornará incontrolável. Os efeitos do aquecimento global já são sentidos em diversas partes do globo, principalmente as regiões com menor estrutura e capital para adaptação. Ao que parece, porém, os tomadores de decisões continuam cegos e não veem a ruptura civilizatória.</p>
<p>Os Estados Unidos, por exemplo, mantiveram a posição de reduzir, até 2020, 17% em relação às emissões de 2005. O número é ínfimo e beira o ridículo. Quioto, com suas metas simbólicas e baixa capacidade regulatória, exigia que os países do Anexo I (desenvolvidos e signatários, grupo no qual a pátria de Obama não entra), em média, cortassem 5,2% do lançamento de carbono de 1990 até 2012. A atual proposta norte-americana diminuiria em apenas 4% o volume total de GEEs lançado na temporada usada como padrão para o único acordo global ratificado até o momento.</p>
<p>Com menos de 48 horas para a chegada dos líderes mundiais e chefes de Estado de 115 nações– que, em teoria, não entrariam nas negociações e apenas posariam sorridentes para fotos históricas – um novo documento foi apresentado. Nele, todas as indecisões possíveis, além de retrocessos surpreendentes, como se o REDD poderia ser aplicado apenas a projetos nacionais, ou também regionais, e se a conversão de florestas nativas serviria como crédito. Além disso, não há segurança de como serão as estratégias financeiras para mitigação e adaptação, ou o valor deste montante. Sequer o número exato da redução nas emissões em longo prazo foi estipulado. Ou seja, pior que isso, fica complicado.</p>
<p>Nesta quarta-feira, a então presidente da Conferência, Connie Hedegaard, renunciou ao cargo após ser acusada de fazer reuniões particulares e negociações às escuras. Em seu lugar, assumiu Lars Rasmunssen, primeiro-ministro dinamarquês. Já hoje (quinta-feira) pela manhã, representantes dos três grupos de discussão (ricos, grandes em desenvolvimento e pequenas ilhas) disseram ter desistido de chegar a um acordo substancial.</p>
<p>Há a expectativa de que, das mesas e canetas reunidas em Copenhague, só saia no papel um atestado de que a decisão para combater as mudanças climáticas com rigidez foi postergada. A se considerar o número de jornalistas credenciadas e o de manifestantes de todos os cantos do planeta, a opinião pública deve pressionar os governos locais a terem posições mais firmes. Se existe uma ótima notícia em toda a história, é que a pauta climática entrou de vez nos alicerces da sociedade. Desta vez, para ficar.</p>
<div><em>*Este artigo foi escrito com base em reportagens publicadas no O Eco, O Globo e The Guardian.</em></div>
<p>Veja mais:</p>
<p>O Eco<br />
<a href="http://www.oeco.com.br/copenhague">http://www.oeco.com.br/copenhague</a></p>
<p>Guardian<br />
<a href="http://www.guardian.co.uk/environment">http://www.guardian.co.uk/environment</a></p>
<p>O Globo<br />
<a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/">http://oglobo.globo.com/ciencia/</a></p>
<p>Foto: Patrícia Sierra</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quando o frio é quente</title>
		<link>http://www.oikosja.com/index.php/2009/12/quando-o-frio-e-quente/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 01:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Começou a COP-15, em Copenhague. Acompanhe as notícias aqui no Oikos Já!, em nosso Twitter, ou em outros sites. Veja as dicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344">
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		<title>Rio em duas rodas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 00:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima terça-feira, dia 15, o Rio de Janeiro vai participar, na COP-15, de uma mesa sobre as possibilidades para tornar uma cidade verde. Ao seu lado, representantes de Lyon, Copenhague, Amsterdã e Cidade do México.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Felipe Lobo</strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2608/4172445753_ab4456bf69.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>No próximo dia 15 de dezembro, terça-feira, o Rio de Janeiro estará representado em Copenhague. Após muita negociação, a segunda maior metróple brasileira foi incluída na mesa “How can the world’s Mayors fast track green city develpment?” (em tradução livre, “como os prefeitos do mundo podem alcançar rapidamente o desenvolvimento verde das cidades?”). Ao lado dos líderes de Cidade do México, Lyon e Amsterdã, além da anfitriã, o secretário municipal de meio ambiente, Carlos Alberto Muniz, irá discutir os caminhos necessários para adequar os espaços públicos e privados a novos paradigmas ambientais.</p>
<p>O Oikos Já! teve acesso à informação de que, durante o debate, programado para acontecer entre 13hs e 16hs (do horário local), Muniz irá apresentar o plano carioca de dobrar a sua malha cicloviária – deste modo, chegaria a 340km destinados exclusivamente às bicicletas, patins, skates e afins -, o que transformaria a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 no principal destino das “magrelas” em toda a América Latina.  Na ocasião, quando representará Eduardo Paes, ele quer provar como os transportes movidos à propulsão humana são importantes para ajudar a reduzir as emissões de carbono para a atmosfera.</p>
<p>Com intermédio do presidente da ONG holandesa I-CE, Relof Witink, que já está em Copenhague, a delegação brasileira conseguiu estes dois novos lugares no painel, fato considerado por ambientalistas como um importante passo rumo ao reconhecimento internacional do projeto do Rio de Janeiro para as bikes.</p>
<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Antes que um aventureiro lance mão</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de Copenhague assumir o posto de principal assunto até o fim do ano, há outras belas cidades no mundo. Veja as fotos de Thiago Saramago, surfista de 22 anos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3546/3306094563_7fd8226581.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Ok, o assunto principal do planeta é a COP-15, que acontece em Copenhague. Nem poderia deixar de ser. Vale, no entanto, mostrar que o Rio de Janeiro continua aqui, bonito, apesar da chuva que castiga a cidade desde a última semana. Thiago Saramago, carioca por opção, surfista e amante das artes e da fotografia, enviou para o Oikos Já! alguns de seus cliques. Confira. Os contatos dele seguem abaixo.</p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3526/3285607543_b7662a4f21.jpg" alt="" width="500" height="302" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3136/3285607495_3d983bf909.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3410/3306094577_5d3271dcb3.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3336/3306862592_e0549cc3fa.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3318/3306897872_357ddcda52.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Thiago Saramago<br />
Tel:88000694<br />
E-mail: <a href="mailto:thiagosaramago@oi.com.br" target="_blank">thiagosaramago@oi.com.br</a><br />
Flickr: <a href="http://www.flickr.com/thiagosaramago" target="_blank">www.flickr.com/thiagosaramago</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O clima em Copenhague</title>
		<link>http://www.oikosja.com/index.php/2009/12/o-clima-em-copenhague/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Até o próximo dia 18, o centro do mundo tem nova órbita: a fria Copenhague, na Dinamarca. As discussões, no entanto, mostram que, dentro do Bella Center, impera o calor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Felipe Lobo</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2718/4171097859_f8c8366847.jpg" alt="" width="460" height="276" /></p>
<p>Começou, finalmente, a COP-15, conferência sobre o clima mais aguardada da história. Com ares de incerteza, já que ainda não se sabe qual a postura dos principais líderes políticos mundiais, o evento agita a gelada Copenhague, na Dinamarca, desde o último domingo. Ao todo, como explica reportagem escrita por Andreia Fanzeres para o site O Eco, cerca de cinco mil jornalistas solicitaram credenciamento para a cobertura do encontro promovido pelas Nações Unidas. O número surpreendeu os organizadores. Eles, até agora, confirmaram o acesso de, “apenas”, 3.500 repórteres. Entre eles, três são do site em questão, considerado a principal agência de notícias sobre meio ambiente em todo o Brasil. O Oikos Já! indica.</p>
<p>A primeira semana é destinada às análises técnicas do tema, enquanto a segunda é considerada a principal, justamente porque trata-se da época em que a cidade famosa por suas ciclovias deve receber nomes como Obama e Lula. Os dias seguintes serão fundamentais e, espera-se, um novo acordo para substituir o Protocolo de Quioto ganhará status reais. Não é, porém, o que deve acontecer. Nos corredores de Copenhague já se imagina que, de fato, um termo global de redução compensatória das emissões de carbono apenas será redigido dois anos depois, durante a COP-17, na África do Sul.</p>
<p>As pressões de países africanos e outros em desenvolvimento, no entanto, podem ajudar a virar o jogo em parceria com as manifestações de organizações da sociedade civil presentes à convenção. Pudera. Uma reportagem na capa do site oficial do evento afirma que, caso nada seja feito para contornar o aquecimento global, algo entre 25 milhões e um bilhão de pessoas se tornarão refugiados climáticos nas próximas quatro décadas. O trabalho, lançado nesta terça-feira durante o encontro pela International Organizations for Migration, explica que uma parcela mínima destes habitantes poderia deixar países como Afeganistão, Bangladesh, além de outros do oeste africano, sudeste asiático e da América Central e migrar até nações mais ricas.</p>
<p>Infelizmente, a notícia acima, baseada em matéria da Reuters, não se distancia da realidade. Os especialistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) admitem que a única forma de a temperatura média do planeta não superar o acréscimo de 2 a 2,4º C é se o acúmulo de carbono na atmosfera até 2020 for reduzido entre 25% e 40% em relação aos índices de 1990. As propostas na mesa de Copenhague não chegam perto disso.</p>
<p>Como se fosse pouco, os representantes de nações em desenvolvimento estão inconformados com um documento cujo teor vazou na noite de segunda-feira e que diz, entre outros absurdos, que os países mais afortunados poderiam se desligar do Tratado de Quioto – única política legal existente de combate às mudanças climáticas. De acordo com o jornalão britânico, esta medida pode ser vista como uma estratégia para forçar os governos de Brasil, Índia e China, por exemplo, a assumirem metas obrigatórias e permitir que os seus cidadãos – e de outros países de grau de desenvolvimento semelhante – emitam, no máximo, 1.44 toneladas de carbono em 2050. Enquanto isso, habitantes de Estados Unidos, Reino Unido e Dinamarca, por exemplo, poderiam atingir 2,67 toneladas. Inacreditável.</p>
<p>Como se vê, o clima será quente em Copenhague nas próximas semanas, mesmo com os 5ºC informados pelos termômetros situados no lado de fora do Bella Center, local escolhido para sediar as rodadas de negociações. E você pode ficar bem perto de lá sem sair de casa. Basta visitar o site O Eco e ver a matéria de vídeo que a repórter Cristiane Prizibisczki fez de dentro do complexo. Uma das maiores curiosidades são os milhares de cabides destinados aos casacões dos presentes. Confira e continue de olho.</p>
<p>Veja mais:<br />
Um tour pela COP-15 (O Eco)<br />
<a href="http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23071-um-tour-pela-cop-15">http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23071-um-tour-pela-cop-15</a></p>
<p>Um sonho distante? (O Eco)<br />
<a href="http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23068-um-sonho-distante">http://www.oeco.com.br/copenhague/111-copenhague/23068-um-sonho-distante</a></p>
<p>Study: few climate refugees leave their countries (COP-15 official website)<br />
<a href="http://en.cop15.dk/news/view+news?newsid=2886">http://en.cop15.dk/news/view+news?newsid=2886</a></p>
<p>Copenhagen climate summit in disarray after “Danish text’ leak<br />
<a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/08/copenhagen-climate-summit-disarray-danish-text">http://www.guardian.co.uk/environment/2009/dec/08/copenhagen-climate-summit-disarray-danish-text</a></p>
<p>Foto: Jens Norgaard Larsen/EPA (Jornal The Guardian)</p>
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		<title>Skates no ar</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[Praia]]></category>
		<category><![CDATA[Skate]]></category>

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		<description><![CDATA[No último final de semana, a praia de Copacabana recebeu uma etapa do mundial de street. Veja nas imagens de Guilherme Leporace.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último final de semana, a Praia de Copacabana recebeu o Nescau Street Festival, etapa nacional do campeonato mundial de skate livre. Mandamos para lá o fotógrafo Guilherme Leporace que nos mostra, nas fotos abaixo, um pouco dos atributos deste esporte que, claro, não emite sequer um grama de carbono. Ou seja, faz bem para saúde do corpo e do planeta. Confira.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2650/4138185283_e902678557.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2771/4138185587_c83a79586d.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2652/4138187381_0b6a556381.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2511/4138951696_d780f0ceaf.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2517/4138951454_2d61293df5.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2575/4138186321_c9fdc25736.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2666/4138185887_7ddd992370.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
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