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	<title>OIKOS JÁ! &#187; Site Oikos</title>
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		<title>Antes que um aventureiro lance mão</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de Copenhague assumir o posto de principal assunto até o fim do ano, há outras belas cidades no mundo. Veja as fotos de Thiago Saramago, surfista de 22 anos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3546/3306094563_7fd8226581.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Ok, o assunto principal do planeta é a COP-15, que acontece em Copenhague. Nem poderia deixar de ser. Vale, no entanto, mostrar que o Rio de Janeiro continua aqui, bonito, apesar da chuva que castiga a cidade desde a última semana. Thiago Saramago, carioca por opção, surfista e amante das artes e da fotografia, enviou para o Oikos Já! alguns de seus cliques. Confira. Os contatos dele seguem abaixo.</p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3526/3285607543_b7662a4f21.jpg" alt="" width="500" height="302" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3136/3285607495_3d983bf909.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3410/3306094577_5d3271dcb3.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3336/3306862592_e0549cc3fa.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3318/3306897872_357ddcda52.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Thiago Saramago<br />
Tel:88000694<br />
E-mail: <a href="mailto:thiagosaramago@oi.com.br" target="_blank">thiagosaramago@oi.com.br</a><br />
Flickr: <a href="http://www.flickr.com/thiagosaramago" target="_blank">www.flickr.com/thiagosaramago</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Skates no ar</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[Praia]]></category>
		<category><![CDATA[Skate]]></category>

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		<description><![CDATA[No último final de semana, a praia de Copacabana recebeu uma etapa do mundial de street. Veja nas imagens de Guilherme Leporace.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último final de semana, a Praia de Copacabana recebeu o Nescau Street Festival, etapa nacional do campeonato mundial de skate livre. Mandamos para lá o fotógrafo Guilherme Leporace que nos mostra, nas fotos abaixo, um pouco dos atributos deste esporte que, claro, não emite sequer um grama de carbono. Ou seja, faz bem para saúde do corpo e do planeta. Confira.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2650/4138185283_e902678557.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2771/4138185587_c83a79586d.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2652/4138187381_0b6a556381.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2511/4138951696_d780f0ceaf.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2517/4138951454_2d61293df5.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2575/4138186321_c9fdc25736.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2666/4138185887_7ddd992370.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
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		<title>Depoimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Stephan Figueiredo e Luana Coutinho, surfistas profissionais, escrevem um relato de como veem a preservação das praias brasileiras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2715/4116778531_2f8eb9f0b6.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Olá, meu nome é Luana Coutinho, sou surfista profissional, tenho 20 anos e surfo desde os sete. Já viajei por muitos lugares no Brasil e nos últimos meses fiquei treinando na Equipe Ipanema Pilates Surf Team no Rio de Janeiro. Nesse período, tive a oportunidade de treinar em diferentes ondas que o litoral Fluminense oferece e uma das coisas que mais me chamou atenção foi a poluição das praias de Ipanema e, principalmente, Leblon. A cada remada ou manobra eu precisa desviar de algum saco de lixo ou alguma coisa suspeita que eu não conseguia reconhecer, mas sabia que não era para estar ali!</p>
<p>Tirei muitas fotos lindas no Rio e falar que não me apaixonei pela cidade seria mentira; por isso, deixo esta declaração para as autoridades responsáveis: por favor, cuidem do nosso “escritório” e da maior área de lazer pública do mundo, nossa querida praia. Uma das coisas que percebi nas minhas viagens é que quanto, mais longe do homem a praia estiver, mais limpa ela será. Chegará um dia, no entanto, em que a praia não será mais selvagem. E aí, o que faremos?</p>
<p>Em Ubatuba (SP) existe uma enorme conscientização sobre a preservação do meio ambiente e um dos lideres dessa ação é o próprio surfista. Já estive em Santinho, em Florianópolis, e lá percebi como os atletas lutam para preservar a praia e as dunas do local.</p>
<p>Bom, deixo aqui meu alô para os governantes tomarem as devidas providências, pois eu não tenho a menor vontade de, futuramente, surfar em piscinas de ondas porque as praias estarão impróprias para o banho.</p>
<p><em>- Luana tem o patrocínio da Calfin e apoio do Pilates Ipanema.</em></p>
<p><em>- Foto: Bruno Ferreira</em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2732/4116773619_5a6be44cef.jpg" alt="" width="500" height="333" /><br />
Considero o povo brasileiro, em sua maioria, muito mal educado em relação à natureza. Basta olhar a praia que você frequenta e perceber o quanto ela é suja.  Em todos os países que passei pelo mundo, o único que tem limpeza de praia  frequentemente é o Brasil e, mesmo assim, vemos muita sujeira.</p>
<p>Os fins de semana com muito sol acabam com a areia e o mar, já que inúmeras pessoas deixam o lixo na areia ou, pior ainda, os enterram. Será que eles varrem os resíduos para baixo dos tapetes de suas casas também? Uma das cenas mais chatas que já presenciei na praia do Arpoador (RJ) foi, em uma manha de segunda-feira, uma mãe abrir caminho no lixo para posicionar seus dois filhos, que só queriam brincar um pouco.</p>
<p>Será que as autoridades não percebem que precisamos de mais investimentos e ações nas praias para abrir os olhos do nosso povo? Eu amo o Brasil, mas, às vezes, por essas e outras, agradeço aos meus patrocinadores por me darem a chance de viver fora desta falta de respeito pela nossa natureza!</p>
<p><em>- Stephan Figueiredo é surfista profissional, patrocionado pela MCd e Globe e tem apoio do Ipanema Pilates.</em></p>
<p><em>- Foto: Arquivo pessoal</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que preservar?</title>
		<link>http://www.oikosja.com/index.php/2009/11/por-que-preservar/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação]]></category>

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		<description><![CDATA[Camila Leporace explica, em artigo, os motivos pelos quais vale preservar o planeta. Com (ou sem) aquecimento global. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3496/3884629403_9c9ebcba45.jpg" alt="" width="500" height="328" /></p>
<p>Camila Leporace</p>
<p>Venho trabalhando com temas ligados ao meio ambiente já faz algum tempo, e observei algo que me despertou a atenção na atitude das pessoas em relação à preservação ambiental. Muitos questionam o que para o IPCC é inquestionável: o aquecimento do planeta Terra seria causado pelas ações humanas. Diversas pessoas acreditam que são responsáveis por fazer algo para ajudar o planeta a manter-se equilibrado diante da mudança climática pela qual está passando. Outros têm uma visão diferente: as transformações seriam naturais e inerentes ao planeta, não-relacionadas às ações humanas. O problema é que, pensando dessa forma, alguns agem como se preservar não fosse tão importante assim.</p>
<p>Por que preservar? Por que cuidar do planeta? As razões são inúmeras. Apesar das evidências, não precisamos necessariamente acreditar que o aquecimento global seja causado pelo homem para manter nosso habitat em condições favoráveis, para evitar jogar lixo nas ruas, para respeitar o mundo em que vivemos. Mesmo que o clima não estivesse mudando, mesmo que o IPCC não tivesse relacionado a atividade dos homens à mudança no clima do planeta, ainda assim teríamos razões de sobra para preservar.</p>
<p>Não é difícil ver alguém comentando: “ah, fechar a torneira enquanto escovo os dentes? Mas para quê?”. Eu pergunto de volta: “Para que deixá-la aberta à toa?”. Não há razão para não contribuir, com pequenos gestos, para ajudar a poupar recursos naturais. E se pensarmos que fazer um pouco não ajuda em nada, ninguém faz nada e fica tudo por isso mesmo.</p>
<p>Outro bom exemplo é o lixo. Jogar lixo na rua ajuda quem? Não vai garantir emprego para lixeiros não, pois isso já está mais que garantido, no que depender das 115 mil toneladas produzidas por dia só no Brasil. Não vai ajudar ninguém, só atrapalha, enfeia, atrai insetos. Então para que fazer? Então por que não jogar o lixo no lugar certo?</p>
<p>Pelo sim, pelo não, acho que todos devem adotar essa postura. A preservação só traz benefícios para nós mesmos. E o descaso, prejuízos igualmente para nós.</p>
<p> * Camila Leporace é jornalista e editora de conteúdo da agêndia web Avantare (<a href="http://www.avantare.com.br">www.avantare.com.br</a>)</p>
<p>* Crédito da foto: IZ Fotos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>São Paulo é prosa, Rio é poesia</title>
		<link>http://www.oikosja.com/index.php/2009/10/sao-paulo-e-prosa-rio-e-poesia/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 03:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Anaik von der Weid, jornalista, carioca e radicada em São Paulo, explica as diferenças entre as duas cidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2435/3992037566_d9cbe15384.jpg" alt="" width="500" height="329" /></strong></p>
<p><strong>Anaik Von der Weid</strong></p>
<p>Faz mais de um ano que moro em São Paulo. E faz exatamente o mesmo tempo que escuto a mesma pergunta impossível: Rio ou São Paulo?</p>
<p>Digo impossível para mim, porque para muita gente deve ser facílimo escolher. Para mim, o Rio é história, São Paulo é novidade. O Rio é alegria, São Paulo é oportunidade. O Rio é família, São Paulo, independência. O Rio é beleza, São Paulo é cultura. No rio, pouco é muito, em São Paulo, tudo é pouco.</p>
<p>Nos momentos de nostalgia, lembro que no Rio tudo sobra&#8230; sobra espaço, sobram sorrisos, sobra tempo, sobra simpatia. Em São Paulo falta horizonte, falta leveza, falta flexibilidade, às vezes, falta ar. É fácil ser carioca, muito fácil. Ser carioca nascido na Zona Sul então, moleza! Calce suas havaianas, pegue a primeira bolsa-brinde de uma livraria charmosinha, e chame seus amigos para a praia. Ou melhor: não precisa chamar, aparece lá, naquele mesmo lugar de sempre, e encontre as pessoas de sempre. Pegue a mesma cadeira de praia, na mesma barraquinha. Encontre aquele flanelinha que te cobra os olhos da cara, ou o cara que te vende o coco quente, mas nada importa porque é o mesmo flanelinha e o mesmo cara do coco quente. Depois vá à pé comer alguma coisa &#8211; carro para quê? -, emende no choppinho, que pode não estar na capa de nenhuma Veja, mas é Brahma, está perfeito.</p>
<p>Fazendo isso você gastou quase nada, mas aproveitou muito. Relaxou. Descansou. Pisou na areia. Quem sabe explicar sensação igual a um mergulho no mar?</p>
<p>Já em São Paulo, se você quiser se divertir, ah, tá cheio de gente disposto a te levar. Paulistano gosta de sair e gosta mesmo. Seja minimamente sociável e você terá companhia de segunda a segunda, literalmente. Tem sempre uma figura querendo te levar para comer &#8220;a melhor coxinha de São Paulo&#8221;, logo ali depois da &#8220;melhor caipirinha de kiwi&#8221;, tudo isso para terminar no &#8220;melhor lanche de fim de noite&#8221;. O paulistano aprendeu a ser anfitrião, e está disposto a te receber, de braços abertos, como o Redentor. Tem mais: aqui ninguém faz cara de você-só-pode-estar-brincando se, com vinte e poucos anos, você chama os amigos para ir à Pinacoteca ver a exposição do Matisse. Se Nova Iorque nunca dorme, tampouco dorme São Paulo. Aliás, São Paulo no máximo tira uma soneca, porque dormir exige tempo, e tempo, você sabe, é dinheiro.</p>
<p>Se tem uma coisa que pode resumir meu primeiro ano de São Paulo, é dizer que, aqui, você cresce. Você cresce porque São Paulo te faz querer mais, te faz querer ser melhor. De repente você acha que todo mundo está mais bem preparado, trabalha mais, tem mais. E você quer ser assim também, mais &#8211; e melhor.</p>
<p>Mas, se São Paulo te faz querer viver mais, o Rio te faz querer viver pra sempre&#8230;</p>
<ul>
<li><em>Anaik Von der Weid é jornalista, carioca e flamenguista. Há pouco mais de um ano se mudou para São Paulo, mas sempre que pode aparece na sua cidade natal. Este texto foi, originalmente, publicado em seu blog. Visite </em><a href="http://www.melhorespalavras.blogspot.com/"><em>www.melhorespalavras.blogspot.com</em></a></li>
</ul>
<p> <img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2458/3991279181_b1ebb4aa6e.jpg" alt="" width="500" height="281" /></p>
<p>Créditos das imagens: IZ Fotos</p>
<p>Visite: <a href="http://www.izfotos.com">www.izfotos.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Depoimento &#8211; Conrado Tapajós</title>
		<link>http://www.oikosja.com/index.php/2009/10/depoimento-conrado-tapajos/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 03:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Depoimento de Conrado Tapajós sobre a paixão pelo surfe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2585/3970916636_98f4f02f09.jpg" alt="" width="500" height="367" /></p>
<p>Conrado Tapajós – Psicólogo – 26 anos</p>
<p>Difícil traduzir o que o surf representa para mim. Surfar é um habito que me acompanha desde o início da vida, antes mesmo de entrar na água e dar minhas primeiras remadas. Ainda pequeno, costumava ficar observando por longas horas os surfistas, em dias de mar agitado, a se divertirem – para o espanto dos demais que caminhavam na orla. Achava tudo aquilo fascinante: a natureza a esbanjar toda sua potência e o surfista, com muita sabedoria, buscando uma sintonia com ela.</p>
<p>Hoje, posso dizer que, para mim, o surf se aproxima muito da experiência do brincar (ou da arte), com tudo que existe de criativo, lúdico e espontâneo. Uma brincadeira – sem prazo de validade &#8211; que me coloca em contato direto com a natureza, o que torna o surf ainda mais especial.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2549/3970915450_d4c085be37.jpg" alt="" width="293" height="500" /></p>
<p>Créditos das fotos, em ordem: Fábio Minduim e IZ Fotos (<a href="http://www.izfotos.com">www.izfotos.com</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A trajetória da fumaça</title>
		<link>http://www.oikosja.com/index.php/2009/10/a-trajetoria-da-fumaca/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 03:05:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[A Trajetória da Fumaça é resultado de um amplo trabalho de investigação jornalista sobre as queimadas na Amazônia realizado por duas repórteres do site O Eco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2559/3970895202_593dd8ebf1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></strong></p>
<p>Crédito da foto: Cecílio Pinheiro/ ICMBio, cedido para trajetoriadafumaca.com.br</p>
<p><strong>Andreia Fanzeres e Cristiane Prizibisczki</strong></p>
<p>Quem acompanha o noticiário, certamente já viu imagens ou fotos dos grandes incêndios que, todos os anos, nas épocas de seca, consomem a Amazônia. O cenário é devastador. No lugar do verde majestoso, restam apenas o negrume da madeira convertida em carvão, as árvores nuas de folhas consumidas pelas chama e a fuligem que passeia pelo ar. Mas esta é apenas a ponta de um imenso iceberg.</p>
<p>Para tentar entender um pouco mais do problema, as jornalistas Andreia Fanzeres e Cristiane Prizibisczki, do site O Eco, enfrentaram, no primeiro semestre de 2009, as estradas empoeiradas do arco do desmatamento da Amazônia, conversaram com agricultores, visitaram centros de pesquisa, órgãos públicos e universidades. O resultado da empreitada é uma série de cinco reportagens que trazem um raio-X da problemática do fogo na maior floresta tropical do planeta e como ele impacta, e muito, a vida de quem vive a milhares de quilômetros de lá, como você.</p>
<p>A série A Trajetória da Fumaça foi criada em um formato inovador. São inúmeros textos, vídeos, fotografias e infográficos que tentam explicar os motivos pelos quais pequenos e grandes agricultores ateiam fogo em suas áreas e, o que é pior, como as chamas se espalham para matas fechadas. Nesta viagem, as jornalistas desmistificam a tese de que o problema se resume a mocinhos e bandidos, mostrando que, no fundo, a tragédia humana e ecológica decorrente das queimadas é resultado do modelo econômico que o Brasil escolheu para si.</p>
<p>A série mostra ainda como o nosso país está preparado para prevenir e combater as chamas, quais têm sido as implicações para a biodiversidade, para a saúde pública e, ainda, as consequências para o clima em escalas regional e global. Tudo isso está a apenas um clique. Não perca esta chance leve e multimídia de se informar melhor, acesse  <a href="http://www.trajetoriadafumaca.com.br/">www.trajetoriadafumaca.com.br</a></p>
<p><em>Andreia Fanzeres e Cristiane Prizibisczki são correspondentes do site O Eco no Mato Grosso e em São Paulo, respectivamente.</em></p>
<p>Veja: <a href="http://www.oeco.com.br">www.oeco.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Beth Ozônia</title>
		<link>http://www.oikosja.com/index.php/2009/09/beth-ozonia-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 11:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Oikos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Multimídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Beth Ozônia volta ao Oikos Já!, desta vez adepta das aulas de surfe online. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2523/3946792781_1ca3e117b3.jpg" alt="" width="461" height="243" /><br />
Pois é, aqui estou eu novamente&#8230;</p>
<p>Não que os meninos deste jornal tenham conseguido algum patrocínio para pagar a soma que mereço. Muito pelo contrário, não me oferecem sequer uma moeda de alto valor. Mas, como tenho contas a pagar com aquele Senhor lá de cima, achei que seria boa oportunidade para fazer uma ótima ação e, quem sabe, galgar degraus em direção ao Paraíso.</p>
<p>Aliás, paraíso é a palavra mais usada quando a “galera“ do surf quer se referir a alguma praia “maneira” ou a um mar de ondas “sinistras”. Eu, particularmente, tenho que confessar que o paraíso é a minha casa.</p>
<p>Voltando ao início, não dos tempos, mas do texto, me encomendaram algo relacionado ao surf. Embora seja uma mulher totalmente voltada para a natureza, que se preocupa não só com o meio ambiente, mas também com o início e o fim dele, devo confessar que, enquanto uma eco-pessoa, nunca dei atenção especial a este belo e perigoso esporte praticado nas ondas do mar – o Surf.</p>
<p>Não posso deixar de comentar – só porque sou uma pessoa muitíssimo sincera e gosto de tudo muito às claras – que nunca deixei de reparar, porém, na beleza daqueles que o praticam. Reparo porque amo tudo que é Belo (favor não confundir com aquele Belo). A natureza é bela, o ambiente como um todo é belo; a fauna, a flora, os seres vivos são belos! Al Gore e a garotada do Surf também!</p>
<p>O que poderia escrever sobre um esporte que não conheço? Um esporte que apenas contemplo? Fui obrigada, às minhas próprias custas, diga-se de passagem, a me matricular numa aula de surf. Queria estabelecer maior intimidade com o esporte e suas particularidades. Tenho que confessar que fiquei muito impressionada com a quantidade de cursos oferecidos, inclusive aqueles online!</p>
<p>Curso de surf online?! Você, caro leitor (acho que os pais desses meninos devem acessar o site, não?), poderá me perguntar. E eu responderei:</p>
<p>- Sim, aulas de surf online! Sempre pensei que para subir em uma prancha fossem necessários uma praia, um mar e, principalmente, uma onda! Não uma onda de cabelo, ou de boatos, e sim “movimentos ocorridos na superfície das águas oceânicas, provocadas pelo vento ou pelos abalos sísmicos ocorridos no fundo do mar, vulgarmente chamados de onda”!</p>
<p>Mas era tudo verdade. Cursos de surf online existem. Me senti estranhíssima, como num filme catástrofe de Hollywood onde nós, seres humanos sobreviventes do grande “rasgo” na camada de ozônio, estaríamos condenados a viver trancafiados em câmeras frigoríficas &#8211; pois o mundo lá fora havia se transformado numa imensa churrasqueira. O menor contato com o ar derreteria a pessoa em fração de segundos. Não haveria mais flora, fauna, mãe natureza e, para minha profunda tristeza, não haveria mais Al Gore. O mar teria se transformado em lava e só o que nos lembraria do mundo de outrora seria o mundo virtual. Portanto nada mais natural do que aprender surf através da grande rede!</p>
<p>Embora soubesse que não era bem esse o caso, me rendi ao argumento de que o “primeiro módulo de aulas” era teórico e, portanto, não precisaria das ondas propriamente ditas. Aprendi coisas que jamais imaginei, como os tipos de ondas e fundos de mar existentes. Sempre pensei que uma onda fosse apenas uma onda (no máximo onda grande e onda pequena) e que o fundo do mar fosse apenas o fundo do mar.</p>
<p>Mas é tudo mentira! Existe a onda oscilatória, a onda transladativa, a onda tsunami e há ainda os subtipos, de acordo com velocidade, comprimento e outros quesitos mais. Já em relação ao fundo de mar, temos o reef break (fundo de coral) e o point break (fundo de pedra). E eu que sempre pensei que o único fundo de mar que existia era o beach break ,ou seja, o fundo de areia mesmo&#8230;</p>
<p><strong><em>Brô</em></strong>, aprendi várias paradas maneiras nas aulas online de surf. Estou até me relacionando, pela internet, com um  <strong><em>big rider</em></strong> que me chamou para dar uma <strong><em>descabelada</em></strong> num secret point.  Vai ser <strong><em>do surf</em></strong> !</p>
<p>Começo minhas aulas práticas esta semana e, na próxima, conto tudo.<br />
<strong><em>Mahalo</em></strong> e até lá!</p>
<p><strong>Legenda<br />
</strong>Brô: termo que um surfista usa para falar com outro surfista.<br />
Big Rider: surfista que gosta de surfar em ondas grandes.<br />
Descabelar: namorar<br />
Secret point: lugar pouco conhecido<br />
Do surf: muito maneiro<br />
Mahalo: Obrigada!</p>
<p><strong><em>Tiza Lobo</em> é escritora e produtora de cinema e teatro. Foi roteirista dos programas “Você Decide”, “Brava Gente”, “Sob Nova Direção” e “A Turma do Didi”, todos da Rede Globo. É co-autora, com Heloísa Perissé, dos livros “O Diário de Tati” e “Mãe, Você Não Está Entendendo” e autora de “Odeio Natal” e “Blog Sob Nova Direção”.<br />
</strong></p>
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