
Crédito da foto: Cecílio Pinheiro/ ICMBio, cedido para trajetoriadafumaca.com.br
Andreia Fanzeres e Cristiane Prizibisczki
Quem acompanha o noticiário, certamente já viu imagens ou fotos dos grandes incêndios que, todos os anos, nas épocas de seca, consomem a Amazônia. O cenário é devastador. No lugar do verde majestoso, restam apenas o negrume da madeira convertida em carvão, as árvores nuas de folhas consumidas pelas chama e a fuligem que passeia pelo ar. Mas esta é apenas a ponta de um imenso iceberg.
Para tentar entender um pouco mais do problema, as jornalistas Andreia Fanzeres e Cristiane Prizibisczki, do site O Eco, enfrentaram, no primeiro semestre de 2009, as estradas empoeiradas do arco do desmatamento da Amazônia, conversaram com agricultores, visitaram centros de pesquisa, órgãos públicos e universidades. O resultado da empreitada é uma série de cinco reportagens que trazem um raio-X da problemática do fogo na maior floresta tropical do planeta e como ele impacta, e muito, a vida de quem vive a milhares de quilômetros de lá, como você.
A série A Trajetória da Fumaça foi criada em um formato inovador. São inúmeros textos, vídeos, fotografias e infográficos que tentam explicar os motivos pelos quais pequenos e grandes agricultores ateiam fogo em suas áreas e, o que é pior, como as chamas se espalham para matas fechadas. Nesta viagem, as jornalistas desmistificam a tese de que o problema se resume a mocinhos e bandidos, mostrando que, no fundo, a tragédia humana e ecológica decorrente das queimadas é resultado do modelo econômico que o Brasil escolheu para si.
A série mostra ainda como o nosso país está preparado para prevenir e combater as chamas, quais têm sido as implicações para a biodiversidade, para a saúde pública e, ainda, as consequências para o clima em escalas regional e global. Tudo isso está a apenas um clique. Não perca esta chance leve e multimídia de se informar melhor, acesse www.trajetoriadafumaca.com.br
Andreia Fanzeres e Cristiane Prizibisczki são correspondentes do site O Eco no Mato Grosso e em São Paulo, respectivamente.
Veja: www.oeco.com.br



